Mastectomia

Mastectomia masculinizadora para pessoas trans

O que é esta cirurgia?

Mastectomia masculinizadora é o nome dado à um procedimento estético cirúrgico que consiste em retirar as mamas e construir um peitoral masculino em homens transgêneros.
As técnicas utilizadas visam preservar as aréolas, ao contrário de uma mastectomia comum, feita em mulheres cisgêneras com câncer de mama, onde é feita somente a retirada dos seios sem reposição das mesmas.

Técnicas mais usadas pelos cirurgiões plásticos

Mastectomia bilateral

Esta técnica é a mais indicada, pois através dela é possível retirar todo o excesso de pele existente. Sendo assim, considera-se adequada para seios grandes, médios ou caídos, isto é, seios que "secaram" devido à TH (Terapia Hormonal) e exercícios físicos. Esta técnica baseia-se em duas incisões abaixo dos seios para retirada das mamas e o reposicionamento das aréolas. 

Os mamilos são descartados, uma vez que correm grande risco de caírem se colocados novamente. Conhecido como "sorriso", o corte da imagem acima costuma deixar grandes cicatrizes visíveis. Porém, com aproximadamente dois anos de musculação é possível que estas marcas fiquem mais escondidas. Este método é o mais escolhido mundialmente por homens trans e seus cirurgiões.

Mastectomia periareolar

Este método é indicado para casos similares a uma ginecomastia comum (desenvolvimento de mamas em homens cisgêneros), onde os seios são pequenos e com pouca pele. São feitas duas incisões (cortes) ao redor da aréola, deixando cicatrizes praticamente invisíveis. Contudo, dependendo do tipo de pele e também do cirurgião, pode haver sobra de pele e o resultado não ficar exatamente como o esperado. 


Mastectomia pelo SUS

PORTARIA Nº 2.803, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2013

Segundo a Portaria, homens trans com 21 anos ou mais podem realizar cirurgias do "Processo Transexualizador do SUS", dentre elas a mastectomia. Contudo, apenas quatro hospitais no Brasil mantêm-se habilitados para a realização de todas as cirurgias deste processo. São eles:

1 - Hospital de Clínicas de Porto Alegre, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul;

2 - Universidade Estadual do Rio de Janeiro - HUPE Hospital Universitário Pedro Ernesto;

3 - Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina / FMUSP Fundação Faculdade de Medicina MECMPAS - São Paulo (SP);

4 - Hospital das Clinicas da Universidade Federal de Goiás/Goiânia (GO).

Devido a essa pequena quantidade de hospitais e a grande procura, a fila é grande e a espera pode levar anos.


Clique no botão abaixo para saber como foi minha cirurgia

Crie seu site grátis! Este site foi criado com Webnode. Crie um grátis para você também! Comece agora